Conveniência: A tendência dos consumidores no processo de compras no varejo

O luxo hoje em dia é ter tempo. Com uma rotina cada vez mais abarrotada de tarefas o que as pessoas realmente querem é encontrar mais tempo, seja para descansar, ficar com a família ou se dedicar a alguma atividade prazerosa. E essa nova demanda reflete diretamente no que o consumidor espera do varejo: conveniência.

O fenômeno da conveniência

A Nielsen, empresa que faz estudos sobre o comportamento do consumidor, publicou o relatório “Em busca da conveniência”, no qual constam alguns dados interessantes: quase 40% dos consumidores no mundo todo comem fora de casa durante a semana; mais de 25% dos respondentes gostariam de ter acesso a produtos que tornassem a sua rotina mais simples.

Além disso, a consultoria Euromonitor também aponta que entre as principais necessidades do consumidor atual estão a rapidez e a conveniência na hora de comprar, dois elementos que influenciam intensamente no seu processo decisório.

Se já não bastassem esses dois posicionamentos, a McKinsey também divulgou um relatório no qual afirma que o consumidor do futuro será condicionado pelas facilidades e conveniência na compra dos bens de consumo. E parece que esse futuro já chegou.

A conveniência no varejo

Todos esses dados permitem inferir que o consumidor espera a conveniência no varejo de duas formas: na hora de comprar e para usufruir dos produtos.

Em relação à compra, existe muita influência das lojas virtuais. Nos últimos anos as pessoas se acostumaram a adquirir praticamente qualquer bem de consumo em alguns cliques sem precisar sair de casa. Por isso, quando precisam ir até um ponto de venda físico para comprar algo, é natural que esperem um dinamismo pelo menos semelhante à compra online.

Como levar a conveniência para o varejo? Algumas dicas podem ser bem úteis.

Embalagens práticas

Invista em embalagens do tipo “abre e fecha”, que a pessoa não precise consumir tudo de uma vez e nem ter que pensar em uma forma de armazenar o produto sem que ele perca suas propriedades.

Tamanhos menores

As pessoas passam muito tempo fora de casa, por isso, “versões de bolsa”, ou seja, produtos em embalagens menores que possam ser colocados na bolsa ou na gaveta do escritório também tendem a ter uma boa recepção. Vale muito para o setor alimentício e de higiene pessoal.

Produtos prontos

No setor alimentício, disponibilizar produtos já prontos para o consumo, que não exijam nenhum preparo, também é uma boa ideia.

Reduzir filas

Nos pontos de venda, o principal elemento para trazer o dinamismo e a rapidez que o consumidor deseja é a redução das filas. Algumas redes já contam com caixas onde é possível agendar o atendimento com antecedência. E existem também os terminais onde o próprio cliente passa o código de barras do produto e efetua o pagamento. Lembre-se: quem está acostumado a comprar no conforto do lar tem baixa tolerância a enfrentar longas filas.

Para as indústrias que seguirem essas dicas, é essencial acompanhar como está a aceitação do produto com essas características nas gôndolas dos pontos de venda. E essa é uma das ferramentas do aplicativo Top Trade. Será uma satisfação entrar em contato para falar mais sobre como ele pode ser viável ao seu negócio!